sábado, 13 de outubro de 2007

"os teus olhos perseguem o meu sorriso"

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Advertising Awards 2007







quinta-feira, 11 de outubro de 2007

"Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura"

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Quem tem olhos para ler, leia.

A Justa imoralidade
por João César das Neves

Na actual confusão moral da civilização ocidental existe uma surpreendente ordem subjacente. Se usarmos a estrutura ética clássica vê-se que o nosso tempo despreza todas as virtudes que ordenam a pessoa a si própria e exalta as que regulam a relação com os outros.

Este facto insólito é evidente, mas passa despercebido porque hoje quase ninguém conhece a doutrina clássica das virtudes. Isto mostra que a referida confusão moral nasce basicamente de um problema de conhecimento. A principal dificuldade ética da actualidade é que se ignoram os critérios e se lhes desconhece a fundamentação. As pessoas hoje são, não tanto más, mas sobretudo ignorantes.

É evidente que, no confronto global com as outras culturas, as nossas tradições morais soçobraram rapidamente. Hoje o Ocidente tem mais conhecimento e interesse pela filosofia de Confúcio, Buda ou Maomé do que familiaridade com a moral de Aristóteles, Cícero e S.Tomás. Isto vê-se bem nas livrarias. Parece que todo o edifício secular da ética ocidental se desmoronou neste século. A origem da fragilidade é fácil de identificar. Desde a reforma protestante, a civilização europeia entrou num corropio de filosofias que foi minando a sua solidez. Ao racionalismo seguiu-se o iluminismo, o utilitarismo, o materialismo, o existencialismo.

Após quase 500 anos de deriva, a filosofia moral contemporânea caiu no relativismo emotivista, onde o critério é o capricho.

Quer isto dizer que se vive actualmente num vazio moral? Não. Existem, pelo contrário, aspectos em que a ética atingiu hoje níveis de elevação nunca antes imaginados. Nós vivemos no tempo que definiu os direitos humanos, que mais lutou contra o racismo e a discriminação e mais reduziu a pobreza e a tirania. Nunca, em qualquer época ou civilização, houve tanto esforço e empenhamento público e privado para criar justiça social, igualdade de direitos, harmonia e cooperação internacional. Com leis e organizações, esforços comunitários e pessoais, o nosso tempo conseguiu avançar muito na criação de uma sociedade justa e igualitária.

É verdade que continuam a existir corrupção, abusos, ditaduras, pobreza, roubos e morticínios. Mas esses factos, que sempre se verificaram, são hoje geralmente repudiados com um vigor e uma unanimidade nunca igualadas. Apesar de a opinião pública parecer tolerar crimes graves, como o aborto, temos de dizer que, em geral, avançou-se muito no campo da justiça. Aliás, do alto dessas realizações, o nosso tempo erigiu-se mesmo em juiz da História, e repudiou o seu passado porque nele existiu escravatura, colonialismo, discriminação das mulheres, miséria e desigualdade.

Assim, olhando para a justiça, nas suas múltiplas realizações sociais, temos de dizer que somos mais virtuosos que nunca. Mas, além dela, existem também outras virtudes morais para ordenar a relação de cada um consigo mesmo. E, curiosamente, se o nosso tempo atingiu grande elevação nas virtudes sociais, ele ignora quase completamente as virtudes pessoais. Quando confrontado com os seus desejos, instintos e paixões naturais, o ser humano actual ignora critérios. Mais um problema de conhecimento.

Na alimentação, no modo de vestir e de falar, no sexo, no luxo, a humanidade ocidental não exige qualquer ordem, para além do impulso do momento. Desde que não prejudique os outros - ou seja, não levante problemas de justiça - cada um pode fazer o que quer. A temperança, a castidade, a honra, a modéstia, a paciência, a magnanimidade, a humildade são, em geral, desconhecidas. A simples menção dessas virtudes suscita risos ou indignação. Elas são vistas como imposições de velhos, que prendem as pessoas numa vida chata e seca, e levantam graves limitações à liberdade pessoal.

O nosso tempo confunde liberdade com falta de critério.

O fundamento secular destas virtudes vem, tão só, da busca da felicidade pelo domínio racional dos instintos e o equilíbrio no comportamento.

Um tempo tão humanista como o nosso deveria compreender tal esforço, mas simplesmente despreza-o. Nada tem a dizer sobre isto, a não ser no campo legal, dos direitos e liberdades, porque trata todas as questões como se fossem de justiça. Mas a questão não é de leis. É de atitudes.

A nossa sociedade, muito exigente na ética relacional, desconhece simplesmente os critérios do comportamento pessoal. As teorias ecológicas e naturistas dos nossos dias até exaltam os instintos corporais. As consequências deste desequilíbrio são os múltiplos comportamentos insólitos, aberrantes ou simplesmente ridículos que vemos. E a profunda miséria moral que eles manifestam. O prazer substituiu a felicidade.

A extravagância, o exagero, o exibicionismo são hoje admirados e incentivados. Não há limites na ambição, no orgulho, na curiosidade. O suicídio e a eutanásia são aceites. A droga domina e o pudor é um conceito desconhecido. Perante o normal fascínio dos jovens pelo sexo, dizem-lhes que tudo é permitido, se evitarem a sida e a gravidez. Embebedar-se é brincadeira e comer com excesso é um feito. A família tem por finalidade apenas o prazer egoísta e, por isso, é instável e multiforme. Em certos casos, voltou-se mesmo ao paganismo mais boçal dos cultos báquicos.

O projecto moral da nossa sociedade é o de criar severas regras comunitárias e uma forte rede de relações sociais, mas entre pessoas sem critérios no seu comportamento íntimo. Os pensadores, do parlamento à televisão, apregoam a força da justiça e o vácuo de virtudes pessoais.

Claro que, na vida concreta, as pessoas não podem deixar de seguir as "virtudes antiquadas", pois seria impossível viverem uma vida equilibrada sem elas. Mas fazem-no de forma desordenada e inconstante, porque lhe falta a fundamentação. Sempre o problema de conhecimento.

O resultado está à vista. Vivemos na primeira civilização que busca ansiosamente a justiça mas se esqueceu da honra. E que, apesar de nadar em prazeres, não consegue ser feliz.


Diário de Notícias,18de Outubro de 1999

quinta-feira, 4 de outubro de 2007


Sei lá
Porque estou assim
Sinto-me bem por fora
Mas cá dentro há uma voz que quer gritar

Não foi
Nao foi de repente
Que fiquei mudada e Revoltada
Por não conseguir explicar

Quero só
Lançar-me ao mundo
Abrir os braços sem medo
Fechar os olhos, sentir o vento a bater na cara
...e, então...
gritar bem alto:
EU ESTOU AQUI!

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Apareçam;) Exposição da minha irmãzinha!
É mesmo um PorMaior!
Ver mais em http://www.manalena.blogspot.com/

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

VEJAM SÓ QUEM APARECE!
(minuto 4 e qq coisa)

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

piadas idiotas (literalmente).
(Mas muuuuuito secas - e claro q a Mirri se vai rir :P )


Aprendizagem é saber adequar os conhecimentos às situações...

Professor:
- O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
Aluno:
- Puré de batata, senhor professor!

O professor ao ensinar os verbos:
- Se és tu a cantar, dizes: "eu canto". Ora bem, se é o teu irmão que canta, como é que dizes?
- Cala a boca, Alberto.

- "Stora", alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?
- Não.
- Fixe. É que eu não fiz os trabalhos de casa!

- Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
- Eu caminho... tu caminhas... ele caminha...
- Mais depressa!
- Nós corremos, vós correis, eles correm!

Professor:
- Chovia que tempo é?
Aluno:
- É tempo muito mau, senhor professor.

Professor:
- De onde vem a electricidade?
Aluno:
- Do Jardim Zoológico!
Professor:
- Do Jardim Zoológico?
Aluno:
- Pois! O meu pai, quando falta a luz em casa, diz sempre: "Aqueles camelos...".

Professor:
- Quantos corações temos nós?
Aluno:
- Dois, senhor professor.
Professor:
- Dois!?
Aluno:
- Sim, o meu e o seu!

Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se:
- 1º Aluno: Acordei tarde, senhor professor! Sonhei que fui à Polinésia e demorou muito a viagem .
- 2º Aluno: E eu fui esperá-lo ao aeroporto!

Professor:
- Pode dizer-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno:
- Sim, senhor professor! Um queijo e quatro vacas.

Um aluno de Direito a fazer um exame oral:
- O que é uma fraude?
Responde o aluno:
- É o que o sr. professor está a fazer.
O professor muito indignado:
- Ora essa, explique-se...
Diz o aluno:
- Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!!